Vencendo a Ansiedade

Posted: 30th outubro 2010 by admin in Sermões
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O barro e o oleiro

Posted: 26th setembro 2010 by admin in Sermões
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Nós não estamos salvos!

Posted: 12th setembro 2010 by admin in Sermões

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Nove anos se passaram

Posted: 12th setembro 2010 by admin in Notícias

Conta-se que a filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no “Early Show” quando a apresentadora Jane Clayson lhe perguntou : Como DEUS permitira algo tão terrível assim acontecesse no dia 11 de setembro de 2001?

E, Anne Graham deu uma resposta profunda e esclarecedora.

Ela disse:
“Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? À vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc.

Eu creio que tudo começou desde que Madalyn Murray O’Hair, uma ateísta, se queixou de que era impróprio fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas… A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos corrigir nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima . E nós dissemos: “um perito nesse assunto deve saber o que está falando”, e concordamos com ele. O filho do Dr. Spock depois cometeu suicídio.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, corrigir, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la. Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, “está bem”.

Depois alguns dos nossos políticos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino . E nós também concordamos Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos, “está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso”.

A indústria de entretenimento então disse: “Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos.” E nós dissemos: “Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso!”

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios… Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós estamos colhemos exatamente aquilo que temos semeado! “

Sabe-se que mais tarde, ela não foi tão incisiva ao tocar no assunto  e até aproveitou o fato para lançar um livro chamado  “Heaven: My Father’s House” o livro analisa conceitos como morte, suicídio, céu e inferno de uma perspectiva bíblica.

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PORQUE NÃO COMEMORAMOS O NATAL

Posted: 2nd dezembro 2009 by admin in Sermões

Apesar de não comemorarmos o natal há algum tempo aqui na nossa igreja, além de termos novas pessoas que estão frequentando nossa igreja, alguns irmãos antigos ainda não entendem bem por quê nós não comemoramos o natal. Gostaria de dar alguns motivos que não esgotam o tema mas confirmam nossa postura em relação a esse tema.

Enfoque histórico

Durante 336 anos, a igreja cristã não teve festa de Natal. No ano 336 a cristandade começou a festejar o Natal de Jesus Cristo, no dia 25 de dezembro, dia que jamais a Bíblia sustentaria para o nascimento de Jesus. Porque Jesus não nasceu no inverno. Provavelmente deve ter nascido na primavera, quando os pastores estariam no campo, cuidando dos seus rebanhos. Não é provável Jesus ter nascido naquela época do inverno.

No entanto, o Imperador Constantino havia dado uma condição, em que mais tarde, tornaria permissível a postura de aceitabilidade dos sistemas religiosos vigentes. A conversão deixaria de ser uma radical transformação de vida, para se constituir apenas numa adesão formal a um outro sistema religioso. As pessoas do Império ficaram satisfeitas por pertencer ao cristianismo oficial sem a necessidade de abandonar toda a bagagem do paganismo. Naquela época, as festas de Dioniso, o deus da embriaguez, que tinha como coroa uma guirlanda de hera e um pinheiro verde colocado sobre o seu altar, eram comemoradas em culto ao deus sol, no dia 25 de dezembro, dia do solstício do inverno, no hemisfério norte.

Com muito jeito e astúcia, a verdade de Jesus Cristo como o sol da justiça, dirigiu-se para o Oriente verdadeiro, fazendo com que Ele se tornasse o foco da adoração, substituindo a ênfase mitológica. E com isto tudo, foi-se também introduzindo as fogueiras de Natal, que era a forma do paganismo adorar o fogo – porque não podendo atingir o sol, adorava o fogo. Adornavam as festas, as bacanais, com fogueiras, onde Baco e Dioniso que são o mesmo deus, eram adorados com comilança e bebedice à vontade. E para amenizar o sofrimento trocavam-se presentes, a fim de que as pessoas ficassem contentes no momento da ressaca, logo depois daquele festejo. Davam-se os presentes uns aos outros, para amenizar os sofrimentos e abrandar a culpa da comemoração dissoluta. Estes expedientes descomedidos foram expurgados dos seus exageros e transplantados para dentro da igreja. A orgia se transformou na recatada ceia de Natal, passando a fazer parte do processo de celebração e pouco a pouco começaram a surgir pequenas deturpações: fogueiras se transfiguram em velinhas como fogo, depois em luzinhas, pisca-pisca. As luzinhas são mais bonitinhas. Elas não queimam, não poluem e ficam acendendo nas cidades; acendem e apagam produzindo uma sensação extasiante. É muito bonito e dá uma idéia deslumbrante de euforia.

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.

A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado.

Enfoque Conteporâneo

O Natal hoje é uma festa principalmente comercial. A mídia tem a cada ano tirado Jesus de cena dando mais valor e atenção aos outros componentes do Natal como uma tentativa de transformar o Natal em uma festa a ser comemorada tanto por cristãos quanto por não-cristãos. Foi notícia nos jornais da Itália o fato de uma professora ter tirado o nome de Jesus das músicas natalinas para não ofender os alunos muçulmanos. O Papai Noel (São Nicolau) é hoje o componente principal do Natal e a troca de presentes junto com a farta ceia de Natal tornou-se o objetivo principal do comércio nesta época.

O culto, que deve ter como único objetivo a adoração a Deus, passa a ser um show de corais e grupos teatrais. Há igrejas que montam grandes árvores de natal dentro do templo. Ah se Jesus entrasse com um chicote!

Enfoque Bíblico

O natal é uma apologia à mentira. Quem aqui nunca foi enganado pelos pais acreditando em Papai Noel? Creio que poucos. João 8:44 Papai Noel é um santo da Igreja Católica Romana. Já parou para pensar que se você tem um Papai Noel em casa, você está no mesmo erro de alguém que possui uma imagem de qualquer outro santo? Ex 20:4 A árvore de natal é um símbolo idólatra. Dt 16:21 Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo, mas sim sua morte através da Ceia do Senhor. 1 Cor 11:25-26

Só reis ímpios comemoravam o seu dia natalício (aniversário) Gn 40:20-22, Mat 14:6-8. Só uma curiosidade: Nas duas ocasiões alguém perdeu a cabeça.

Conclusão

Com muita tristeza fiquei sabendo há algum tempo que haviam criado uma escola de samba gospel, em que os integrantes eram ?evangélicos? e que desfilaria no carnaval. Se não me engano isto foi em Niteroi. Como pode cristãos tentando se adaptar a esta festa chamada carnaval, festa de exaltação à carne. Esta mesma tristeza deve ter alcançado os corações de cristãos sinceros há quase 1700 anos passados quando alguns cristãos começaram a celebrar a festa pagã ao deus sol dando uma roupagem nova, dizendo ser o aniversário de Jesus. Ao longo dos anos em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Um ou mais fatores estão relacionados a essa oposição: uma rejeição da autoridade eclesiástica na tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.

Alguns protestantes, especialmente os de tradição calvinista – inclusive Calvino, Knox, os puritanos ingleses e norte-americanos e muitos presbiterianos – recusavam-se a celebrar o natal.

Hoje temos como exemplo nossos irmãos da igreja Cristã do Brasil não comemoram o natal e várias igrejas de variadas denominações que tem abandonado essa prática.

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Saí de Babilônia, fugi de entre os caldeus

Posted: 5th agosto 2010 by admin in Sermões

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Vazio reunido

Posted: 11th julho 2010 by admin in Sermões

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Arrancando a raiz de amargura

Posted: 4th julho 2010 by admin in Sermões

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Desenhos que deixariam pais de cabelos em pé

Posted: 9th junho 2010 by admin in Notícias

Um dos grandes mitos associados aos desenhos animados é que eles foram feitos exclusivamente para o público infantil. No Brasil, especificamente, essa crença é amplamente aceita. Resumindo, basta ser uma animação que ela é aprovada para todos os lares brasileiros.

Para desespero dos pais, que confiam cegamente na “babá eletrônica”, muita coisa passa despercebida. Quem não se lembra quando a Rede Globo exibiu Os Simpsons, seriado adulto repleto de piadas maldosas, bem no meio das atrações da TV Globinho?

Com os desenhos japoneses, a coisa é um pouco mais profunda. No Japão, a animação é uma forma de expressão altamente popular. Tem gênero para tudo. E grande parte dessas produções é voltada para o público mais velho, entre elas atrações famosas entre as crianças do Brasil, como Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco, repletos de cenas violentas e até algumas conotações eróticas.

Muito raramente o Ministério da Justiça e as próprias emissoras que as exibem conseguem detectar tais cenas e tirá-las das séries de animação, mutilando o produto original. Outras vezes, a coisa foge ao controle e não raro é ver uma criança assistindo um produto de conotação erótica ou violenta na sala, bem no horário do almoço – seria mais honesto se tais atrações fossem colocadas em um horário apropriado ao invés de serem editadas para serem exibidas durante o dia.

Por isto e por muito mais que eu não vejo TV, nem meus filhos!!! Após tomarmos esta atitude um tanto “radical” os pesadelos do meu filho mais velho, simplesmente acabaram além da agressividade de todos os três, cair assustadoramente.

fonte: www.terra.com.br

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Pai e filho

Posted: 25th outubro 2009 by admin in Vídeos

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