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	<title>O Nome &#187; Emerson</title>
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		<title>O PT e o Aborto</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 17:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
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<p>Procurem no google por notícias dos dois deputados expulsos para maiores informações.</p>
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<p>Procurem no google por notícias dos dois deputados expulsos para maiores informações.</p>
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		<title>Desenhos que deixariam pais de cabelos em pé</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 16:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Um dos grandes mitos associados aos desenhos animados é que eles foram feitos exclusivamente para o público infantil. No Brasil, especificamente, essa crença é amplamente aceita. Resumindo, basta ser uma animação que ela é aprovada para todos os lares brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para desespero dos pais, que confiam cegamente na &#8220;babá eletrônica&#8221;, muita coisa passa despercebida. Quem não se lembra quando a Rede Globo exibiu Os Simpsons, seriado adulto repleto de piadas maldosas, bem no meio das atrações da TV Globinho?</p>
<p style="text-align: justify;">Com os desenhos japoneses, a coisa é um pouco mais profunda. No Japão, a animação é uma forma de expressão altamente popular. Tem gênero para tudo. E grande parte dessas produções é voltada para o público mais velho, entre elas atrações famosas entre as crianças do Brasil, como Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco, repletos de cenas violentas e até algumas conotações eróticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito raramente o Ministério da Justiça e as próprias emissoras que as exibem conseguem detectar tais cenas e tirá-las das séries de animação, mutilando o produto original. Outras vezes, a coisa foge ao controle e não raro é ver uma criança assistindo um produto de conotação erótica ou violenta na sala, bem no horário do almoço &#8211; seria mais honesto se tais atrações fossem colocadas em um horário apropriado ao invés de serem editadas para serem exibidas durante o dia.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Por isto e por muito mais que eu não vejo TV, nem meus filhos!!! Após tomarmos esta atitude um tanto &#8220;radical&#8221; os pesadelos do meu filho mais velho, simplesmente acabaram além da agressividade de todos os três, cair assustadoramente.</p>
<p>fonte: <a href="http://diversao.terra.com.br/tv/noticias/0,,OI4479881-EI12993,00-Confira+cenas+de+desenhos+que+deixariam+pais+de+cabelos+em+pe.html#tarticle" target="_self">www.terra.com.br</a></p>
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<p style="text-align: justify;">Um dos grandes mitos associados aos desenhos animados é que eles foram feitos exclusivamente para o público infantil. No Brasil, especificamente, essa crença é amplamente aceita. Resumindo, basta ser uma animação que ela é aprovada para todos os lares brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para desespero dos pais, que confiam cegamente na &#8220;babá eletrônica&#8221;, muita coisa passa despercebida. Quem não se lembra quando a Rede Globo exibiu Os Simpsons, seriado adulto repleto de piadas maldosas, bem no meio das atrações da TV Globinho?</p>
<p style="text-align: justify;">Com os desenhos japoneses, a coisa é um pouco mais profunda. No Japão, a animação é uma forma de expressão altamente popular. Tem gênero para tudo. E grande parte dessas produções é voltada para o público mais velho, entre elas atrações famosas entre as crianças do Brasil, como Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco, repletos de cenas violentas e até algumas conotações eróticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito raramente o Ministério da Justiça e as próprias emissoras que as exibem conseguem detectar tais cenas e tirá-las das séries de animação, mutilando o produto original. Outras vezes, a coisa foge ao controle e não raro é ver uma criança assistindo um produto de conotação erótica ou violenta na sala, bem no horário do almoço &#8211; seria mais honesto se tais atrações fossem colocadas em um horário apropriado ao invés de serem editadas para serem exibidas durante o dia.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Por isto e por muito mais que eu não vejo TV, nem meus filhos!!! Após tomarmos esta atitude um tanto &#8220;radical&#8221; os pesadelos do meu filho mais velho, simplesmente acabaram além da agressividade de todos os três, cair assustadoramente.</p>
<p>fonte: <a href="http://diversao.terra.com.br/tv/noticias/0,,OI4479881-EI12993,00-Confira+cenas+de+desenhos+que+deixariam+pais+de+cabelos+em+pe.html#tarticle" target="_self">www.terra.com.br</a></p>
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		<title>Adoração e Intercessão 24h</title>
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		<comments>http://www.onome.com.br/adoracao-e-intercessao-24h/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 10:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<title>Por um ano realmente novo</title>
		<link>http://www.onome.com.br/por-um-ano-realmente-novo/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 19:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sermões]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Todo mundo já ouviu falar em <span style="font-weight: bold">lugar-comum.</span> É aquele tipo de expressão desgastada, massificada, usada a torto e a direito apenas por hábito. Também chamada de chavão, o lugar-comum – que pode ser uma frase, uma combinação de palavras ou uma imagem –, de tão repetido, perde a força original. Vira uma expressão vazia de conteúdo, superada, sem imaginação.<br />
Quando se somam linguagem religiosa às celebrações de ano novo, temos um chão muito fértil para brotarem palavras desgastadas. Fala-se de esperança sem saber exatamente o que se diz. A prosperidade desejada, como acontecerá? A cada ano repete-se o lugar-comum das decisões e listas de compromissos: orar mais, ler disciplinadamente a Bíblia, fazer regime, voltar a cantar no coral. Promessas e mais promessas que são feitas mesmo quando se sabe, de antemão, que tudo será engavetado dali a poucas semanas, ou mesmo dias. Nada mais que platitudes, votos vazios.<br />
Janeiro de 2003, que chegou e já vai passando, está parecidíssimo com janeiro do ano passado, ou do retrasado. Em meados de maio – talvez antes –, esqueceremos que este foi um ano novo tão esperado. Repetiremos, em agosto, todos os “agostos” já vividos. Há um poema de Carlos Drummond de Andrade adverte que não adianta querer transformar a vida através de clichês enfadonhamente repetidos: “Para ganhar um ano novo que mereça este nome/ Você, meu caro, tem de merecê-lo/ Tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil/ Mas tente, experimente, consciente/ É dentro de você que o ano novo cochila e espera desde sempre”.<br />
E os votos de felicidades e saúde? Ouvem-se tantos deles a cada fim de ano que acabamos acreditando numa certa mágica da noite do dia 31 de dezembro. Esperamos que as engrenagens do destino se revertam e a Fortuna, deusa da sorte, nos visite. Acontece que Fortuna é uma deusa que faz acepção de pessoas e premia apenas os seus prediletos. A maioria dos mortais acordará por meados do primeiro trimestre precisando enfrentar uma dura realidade – a de que viver custa o suor do nosso rosto.<br />
Por que não decidimos, simplesmente, que no fim de cada trimestre teremos a celebração de um novo ano? Assim, poderíamos rever com mais freqüência as nossas listas de boas intenções e analisar os progressos e inconstâncias. Repensaríamos nossas vidas e nos arrependeríamos das nossas besteiras. Também celebraríamos nossas virtudes&#8230; Teríamos ceias trimestrais, já pensou?. As famílias se juntariam e os velhos não ficariam tão sós o ano todo. Meninos e meninas não esperariam tanto para ganhar os sonhados presentes.<br />
Mais: teríamos pelo menos um culto de vigília a cada três meses, nos quais, nas nossas igrejas, agradeceríamos a fidelidade de Deus. Abraçaríamos nossos amigos desejando que no próximo ano – que, lembre-se, findaria em três meses! – eles fossem pessoas melhores. Elegeríamos o dia primeiro do mês seguinte para ser igual ao primeiro de janeiro de agora: um dia universal de fraternidade entre os povos. Aumentaríamos para quatro os dias em que as nações em guerra decretariam armistício e soltaríamos mais fogos de artifício para celebrar a paz.<br />
Infelizmente, o perigo de celebrar-se o Ano Novo a cada três meses é que isso não resolve o problema do lugar-comum. Assim como a vida não muda na última badalada do sino na meia-noite do réveillon, também não mudaria a cada fim de trimestre. Tal proposta só ajudaria a vender mais guloseimas típicas e a deixar as pessoas mais gordas depois de repetidas passagens de ano. O ódio não regride com a decretação de mais feriados. Não se promove amor com festas.<br />
Não podemos nos esquivar dos nossos dramas com jargões religiosos. Chega de querer exorcizar a vida com pensamentos piegas que não passam de encenação espiritual. Orações decoradas ou repetidas são impotentes para gerar realidades históricas. Hannah Arendt, filósofa que buscou entender a mente dos assassinos nazistas durante o tribunal de Nurembergue, inquietou-se com os generais de Hitler respondendo as perguntas dos promotores com clichês e concluiu: “Clichês, frases feitas, adesões a códigos de expressão e conduta convencionais e padronizados têm a função socialmente reconhecida de nos proteger da realidade, ou seja, da exigência de atenção do pensamento feita por todos os fatos e acontecimentos em virtude de sua mera existência”.<br />
O ano novo não precisa acontecer a cada volta que a Terra dá ao redor do sol, mas a cada batida de nosso coração. O futuro não se concretiza pela simples cronologia do tempo, mas na seqüência de nossas ações. Cada gesto, palavra ou atitude que plantamos, gera conseqüências que colheremos cedo ou tarde. Cada conseqüência colhida representa uma nova etapa de nossas vidas.<br />
O presente é o prólogo do futuro. A Bíblia ensina este princípio na famosa lei da semeadura: “O que o homem plantar, isso ele colherá”, conforme Gálatas 6.7. A praticidade dessa premissa se expressa em Provérbios 22.8: “Aquele que semeia a injustiça segará males”. Ninguém deve esperar mais segurança para as ruas das cidades brasileiras e menos fome nos sertões abandonados apenas porque chegou um ano novo. Será necessário que se desmantelem as estruturas perversas que promovem a morte e se estabeleça uma nova ordem. Assim, nenhuma pessoa pode imaginar que sua vida se transformará para melhor no novo ano se não se revestir de novos valores e não rasgar do coração a maldade.<br />
O Ano Novo não simboliza uma porteira para o paraíso – ele nos lembra apenas que a vida flui inexorável, e precisamos zelar pelo presente. Norberto Bobbio, um dos maiores juristas italianos do século 20, ao se aproximar dos seus 87 anos, escreveu uma autobiografia intelectual muito triste e repleta de conselhos aos mais jovens. (O tempo da memória, Editora Campus). Convém ouvi-lo: “Hoje alcancei a tranqüila consciência, tranqüila porém infeliz, de ter chegado apenas aos pés da árvore do conhecimento. Não foi do meu trabalho que obtive as alegrias mais duradouras de minha vida, não obstante as honras, os prêmios, os reconhecimentos públicos recebidos, que aceitei de bom grado mas não ambicionei e tampouco exigi. Obtive-as dos meus relacionamentos – dos mestres que me educaram, das pessoas que amei e que me amaram, de todos aqueles que sempre estiveram ao meu lado e agora me acompanham no último trecho da estrada”.<br />
Quem desejar um Ano Novo que mereça este nome fuja do cinismo, sepultura das palavras sem espírito. Rejeite o ceticismo que asfixia os sonhos. Abomine o rancor que regurgita ódios acumulados. Despreze a avareza que paralisa a bondade. Desdenhe da vaidade que transforma pessoas em ídolos. Para que o ano seja realmente novo, queira mais sentir-se filho do que útil. Acredite que é melhor ser amigo do que um herói de guerra; e que dominar o espírito é melhor que conquistar uma cidade, como ensina Provérbios 16.32. Deseje agasalhar afetos genuínos, que são a única riqueza concreta. Ambicione semear a verdade de Deus, promovendo a concórdia entre as pessoas. Entregue-se a uma causa que exija um empenho maior que simplesmente sobreviver.<br />
O cristianismo pode transformar pessoas, cidades e países, bem como o próprio tempo. Mas isso requer engajamento político, ação evangelizadora e empenho missionário. Acreditando que o discipulado acontece a partir de alianças entre amigos que se submetem em amor e munidos dos princípios eternos da Bíblia, nascerão novos homens e mulheres, únicos construtores do novo amanhã. Comunidades cristãs unidas em parcerias desinteressadas somarão seus potenciais fermentando tudo o que estiver ao redor.<br />
Sem esperar datas, construamos o tempo do renovo. Ele virá como fruto de nossa sintonia com os propósitos de Deus na história e dos atos de homens e mulheres dedicados aos valores do Reino. Assim, em todas manhãs se iniciará um feliz ano novo.</p>
<p>Ricardo Gondim</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo já ouviu falar em <span style="font-weight: bold">lugar-comum.</span> É aquele tipo de expressão desgastada, massificada, usada a torto e a direito apenas por hábito. Também chamada de chavão, o lugar-comum – que pode ser uma frase, uma combinação de palavras ou uma imagem –, de tão repetido, perde a força original. Vira uma expressão vazia de conteúdo, superada, sem imaginação.<br />
Quando se somam linguagem religiosa às celebrações de ano novo, temos um chão muito fértil para brotarem palavras desgastadas. Fala-se de esperança sem saber exatamente o que se diz. A prosperidade desejada, como acontecerá? A cada ano repete-se o lugar-comum das decisões e listas de compromissos: orar mais, ler disciplinadamente a Bíblia, fazer regime, voltar a cantar no coral. Promessas e mais promessas que são feitas mesmo quando se sabe, de antemão, que tudo será engavetado dali a poucas semanas, ou mesmo dias. Nada mais que platitudes, votos vazios.<br />
Janeiro de 2003, que chegou e já vai passando, está parecidíssimo com janeiro do ano passado, ou do retrasado. Em meados de maio – talvez antes –, esqueceremos que este foi um ano novo tão esperado. Repetiremos, em agosto, todos os “agostos” já vividos. Há um poema de Carlos Drummond de Andrade adverte que não adianta querer transformar a vida através de clichês enfadonhamente repetidos: “Para ganhar um ano novo que mereça este nome/ Você, meu caro, tem de merecê-lo/ Tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil/ Mas tente, experimente, consciente/ É dentro de você que o ano novo cochila e espera desde sempre”.<br />
E os votos de felicidades e saúde? Ouvem-se tantos deles a cada fim de ano que acabamos acreditando numa certa mágica da noite do dia 31 de dezembro. Esperamos que as engrenagens do destino se revertam e a Fortuna, deusa da sorte, nos visite. Acontece que Fortuna é uma deusa que faz acepção de pessoas e premia apenas os seus prediletos. A maioria dos mortais acordará por meados do primeiro trimestre precisando enfrentar uma dura realidade – a de que viver custa o suor do nosso rosto.<br />
Por que não decidimos, simplesmente, que no fim de cada trimestre teremos a celebração de um novo ano? Assim, poderíamos rever com mais freqüência as nossas listas de boas intenções e analisar os progressos e inconstâncias. Repensaríamos nossas vidas e nos arrependeríamos das nossas besteiras. Também celebraríamos nossas virtudes&#8230; Teríamos ceias trimestrais, já pensou?. As famílias se juntariam e os velhos não ficariam tão sós o ano todo. Meninos e meninas não esperariam tanto para ganhar os sonhados presentes.<br />
Mais: teríamos pelo menos um culto de vigília a cada três meses, nos quais, nas nossas igrejas, agradeceríamos a fidelidade de Deus. Abraçaríamos nossos amigos desejando que no próximo ano – que, lembre-se, findaria em três meses! – eles fossem pessoas melhores. Elegeríamos o dia primeiro do mês seguinte para ser igual ao primeiro de janeiro de agora: um dia universal de fraternidade entre os povos. Aumentaríamos para quatro os dias em que as nações em guerra decretariam armistício e soltaríamos mais fogos de artifício para celebrar a paz.<br />
Infelizmente, o perigo de celebrar-se o Ano Novo a cada três meses é que isso não resolve o problema do lugar-comum. Assim como a vida não muda na última badalada do sino na meia-noite do réveillon, também não mudaria a cada fim de trimestre. Tal proposta só ajudaria a vender mais guloseimas típicas e a deixar as pessoas mais gordas depois de repetidas passagens de ano. O ódio não regride com a decretação de mais feriados. Não se promove amor com festas.<br />
Não podemos nos esquivar dos nossos dramas com jargões religiosos. Chega de querer exorcizar a vida com pensamentos piegas que não passam de encenação espiritual. Orações decoradas ou repetidas são impotentes para gerar realidades históricas. Hannah Arendt, filósofa que buscou entender a mente dos assassinos nazistas durante o tribunal de Nurembergue, inquietou-se com os generais de Hitler respondendo as perguntas dos promotores com clichês e concluiu: “Clichês, frases feitas, adesões a códigos de expressão e conduta convencionais e padronizados têm a função socialmente reconhecida de nos proteger da realidade, ou seja, da exigência de atenção do pensamento feita por todos os fatos e acontecimentos em virtude de sua mera existência”.<br />
O ano novo não precisa acontecer a cada volta que a Terra dá ao redor do sol, mas a cada batida de nosso coração. O futuro não se concretiza pela simples cronologia do tempo, mas na seqüência de nossas ações. Cada gesto, palavra ou atitude que plantamos, gera conseqüências que colheremos cedo ou tarde. Cada conseqüência colhida representa uma nova etapa de nossas vidas.<br />
O presente é o prólogo do futuro. A Bíblia ensina este princípio na famosa lei da semeadura: “O que o homem plantar, isso ele colherá”, conforme Gálatas 6.7. A praticidade dessa premissa se expressa em Provérbios 22.8: “Aquele que semeia a injustiça segará males”. Ninguém deve esperar mais segurança para as ruas das cidades brasileiras e menos fome nos sertões abandonados apenas porque chegou um ano novo. Será necessário que se desmantelem as estruturas perversas que promovem a morte e se estabeleça uma nova ordem. Assim, nenhuma pessoa pode imaginar que sua vida se transformará para melhor no novo ano se não se revestir de novos valores e não rasgar do coração a maldade.<br />
O Ano Novo não simboliza uma porteira para o paraíso – ele nos lembra apenas que a vida flui inexorável, e precisamos zelar pelo presente. Norberto Bobbio, um dos maiores juristas italianos do século 20, ao se aproximar dos seus 87 anos, escreveu uma autobiografia intelectual muito triste e repleta de conselhos aos mais jovens. (O tempo da memória, Editora Campus). Convém ouvi-lo: “Hoje alcancei a tranqüila consciência, tranqüila porém infeliz, de ter chegado apenas aos pés da árvore do conhecimento. Não foi do meu trabalho que obtive as alegrias mais duradouras de minha vida, não obstante as honras, os prêmios, os reconhecimentos públicos recebidos, que aceitei de bom grado mas não ambicionei e tampouco exigi. Obtive-as dos meus relacionamentos – dos mestres que me educaram, das pessoas que amei e que me amaram, de todos aqueles que sempre estiveram ao meu lado e agora me acompanham no último trecho da estrada”.<br />
Quem desejar um Ano Novo que mereça este nome fuja do cinismo, sepultura das palavras sem espírito. Rejeite o ceticismo que asfixia os sonhos. Abomine o rancor que regurgita ódios acumulados. Despreze a avareza que paralisa a bondade. Desdenhe da vaidade que transforma pessoas em ídolos. Para que o ano seja realmente novo, queira mais sentir-se filho do que útil. Acredite que é melhor ser amigo do que um herói de guerra; e que dominar o espírito é melhor que conquistar uma cidade, como ensina Provérbios 16.32. Deseje agasalhar afetos genuínos, que são a única riqueza concreta. Ambicione semear a verdade de Deus, promovendo a concórdia entre as pessoas. Entregue-se a uma causa que exija um empenho maior que simplesmente sobreviver.<br />
O cristianismo pode transformar pessoas, cidades e países, bem como o próprio tempo. Mas isso requer engajamento político, ação evangelizadora e empenho missionário. Acreditando que o discipulado acontece a partir de alianças entre amigos que se submetem em amor e munidos dos princípios eternos da Bíblia, nascerão novos homens e mulheres, únicos construtores do novo amanhã. Comunidades cristãs unidas em parcerias desinteressadas somarão seus potenciais fermentando tudo o que estiver ao redor.<br />
Sem esperar datas, construamos o tempo do renovo. Ele virá como fruto de nossa sintonia com os propósitos de Deus na história e dos atos de homens e mulheres dedicados aos valores do Reino. Assim, em todas manhãs se iniciará um feliz ano novo.</p>
<p>Ricardo Gondim</p>
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		<title>PORQUE NÃO COMEMORAMOS O NATAL</title>
		<link>http://www.onome.com.br/porque-nao-comemoramos-o-natal/</link>
		<comments>http://www.onome.com.br/porque-nao-comemoramos-o-natal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 15:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sermões]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar de não comemorarmos o natal há algum tempo aqui na nossa igreja, além de termos novas pessoas que estão frequentando nossa igreja, alguns irmãos antigos ainda não entendem bem por quê nós não comemoramos o natal. Gostaria de dar alguns motivos que não esgotam o tema mas confirmam nossa postura em relação a esse tema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Enfoque histórico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante 336 anos, a igreja cristã não teve festa de Natal. No ano 336 a cristandade começou a festejar o Natal de Jesus Cristo, no dia 25 de dezembro, dia que jamais a Bíblia sustentaria para o nascimento de Jesus. Porque Jesus não nasceu no inverno. Provavelmente deve ter nascido na primavera, quando os pastores estariam no campo, cuidando dos seus rebanhos. Não é provável Jesus ter nascido naquela época do inverno.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o Imperador Constantino havia dado uma condição, em que mais tarde, tornaria permissível a postura de aceitabilidade dos sistemas religiosos vigentes. A conversão deixaria de ser uma radical transformação de vida, para se constituir apenas numa adesão formal a um outro sistema religioso. As pessoas do Império ficaram satisfeitas por pertencer ao cristianismo oficial sem a necessidade de abandonar toda a bagagem do paganismo. Naquela época, as festas de Dioniso, o deus da embriaguez, que tinha como coroa uma guirlanda de hera e um pinheiro verde colocado sobre o seu altar, eram comemoradas em culto ao deus sol, no dia 25 de dezembro, dia do solstício do inverno, no hemisfério norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Com muito jeito e astúcia, a verdade de Jesus Cristo como o sol da justiça, dirigiu-se para o Oriente verdadeiro, fazendo com que Ele se tornasse o foco da adoração, substituindo a ênfase mitológica. E com isto tudo, foi-se também introduzindo as fogueiras de Natal, que era a forma do paganismo adorar o fogo &#8211; porque não podendo atingir o sol, adorava o fogo. Adornavam as festas, as bacanais, com fogueiras, onde Baco e Dioniso que são o mesmo deus, eram adorados com comilança e bebedice à vontade. E para amenizar o sofrimento trocavam-se presentes, a fim de que as pessoas ficassem contentes no momento da ressaca, logo depois daquele festejo. Davam-se os presentes uns aos outros, para amenizar os sofrimentos e abrandar a culpa da comemoração dissoluta. Estes expedientes descomedidos foram expurgados dos seus exageros e transplantados para dentro da igreja. A orgia se transformou na recatada ceia de Natal, passando a fazer parte do processo de celebração e pouco a pouco começaram a surgir pequenas deturpações: fogueiras se transfiguram em velinhas como fogo, depois em luzinhas, pisca-pisca. As luzinhas são mais bonitinhas. Elas não queimam, não poluem e ficam acendendo nas cidades; acendem e apagam produzindo uma sensação extasiante. É muito bonito e dá uma idéia deslumbrante de euforia.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.</p>
<p style="text-align: justify;">A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enfoque Conteporâneo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Natal hoje é uma festa principalmente comercial. A mídia tem a cada ano tirado Jesus de cena dando mais valor e atenção aos outros componentes do Natal como uma tentativa de transformar o Natal em uma festa a ser comemorada tanto por cristãos quanto por não-cristãos. Foi notícia nos jornais da Itália o fato de uma professora ter tirado o nome de Jesus das músicas natalinas para não ofender os alunos muçulmanos. O Papai Noel (São Nicolau) é hoje o componente principal do Natal e a troca de presentes junto com a farta ceia de Natal tornou-se o objetivo principal do comércio nesta época.</p>
<p style="text-align: justify;">O culto, que deve ter como único objetivo a adoração a Deus, passa a ser um show de corais e grupos teatrais. Há igrejas que montam grandes árvores de natal dentro do templo. Ah se Jesus entrasse com um chicote!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enfoque Bíblico </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O natal é uma apologia à mentira. Quem aqui nunca foi enganado pelos pais acreditando em Papai Noel? Creio que poucos. João 8:44 Papai Noel é um santo da Igreja Católica Romana. Já parou para pensar que se você tem um Papai Noel em casa, você está no mesmo erro de alguém que possui uma imagem de qualquer outro santo? Ex 20:4 A árvore de natal é um símbolo idólatra. Dt 16:21 Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo, mas sim sua morte através da Ceia do Senhor. 1 Cor 11:25-26</p>
<p style="text-align: justify;">Só reis ímpios comemoravam o seu dia natalício (aniversário) Gn 40:20-22, Mat 14:6-8. Só uma curiosidade: Nas duas ocasiões alguém perdeu a cabeça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com muita tristeza fiquei sabendo há algum tempo que haviam criado uma escola de samba gospel, em que os integrantes eram ?evangélicos? e que desfilaria no carnaval. Se não me engano isto foi em  Niteroi. Como pode cristãos tentando se adaptar a esta festa chamada carnaval, festa de exaltação à carne. Esta mesma tristeza deve ter alcançado os corações de cristãos sinceros há quase 1700 anos passados quando alguns cristãos começaram a celebrar a festa pagã ao deus sol dando uma roupagem nova, dizendo ser o aniversário de Jesus. Ao longo dos anos em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Um ou mais fatores estão relacionados a essa oposição: uma rejeição da autoridade eclesiástica na tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns protestantes, especialmente os de tradição calvinista &#8211; inclusive Calvino, Knox, os puritanos ingleses e norte-americanos e muitos presbiterianos &#8211; recusavam-se a celebrar o natal.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje temos como exemplo nossos irmãos da igreja Cristã do Brasil não comemoram o natal e várias igrejas de variadas denominações que tem abandonado essa prática.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar de não comemorarmos o natal há algum tempo aqui na nossa igreja, além de termos novas pessoas que estão frequentando nossa igreja, alguns irmãos antigos ainda não entendem bem por quê nós não comemoramos o natal. Gostaria de dar alguns motivos que não esgotam o tema mas confirmam nossa postura em relação a esse tema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Enfoque histórico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante 336 anos, a igreja cristã não teve festa de Natal. No ano 336 a cristandade começou a festejar o Natal de Jesus Cristo, no dia 25 de dezembro, dia que jamais a Bíblia sustentaria para o nascimento de Jesus. Porque Jesus não nasceu no inverno. Provavelmente deve ter nascido na primavera, quando os pastores estariam no campo, cuidando dos seus rebanhos. Não é provável Jesus ter nascido naquela época do inverno.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o Imperador Constantino havia dado uma condição, em que mais tarde, tornaria permissível a postura de aceitabilidade dos sistemas religiosos vigentes. A conversão deixaria de ser uma radical transformação de vida, para se constituir apenas numa adesão formal a um outro sistema religioso. As pessoas do Império ficaram satisfeitas por pertencer ao cristianismo oficial sem a necessidade de abandonar toda a bagagem do paganismo. Naquela época, as festas de Dioniso, o deus da embriaguez, que tinha como coroa uma guirlanda de hera e um pinheiro verde colocado sobre o seu altar, eram comemoradas em culto ao deus sol, no dia 25 de dezembro, dia do solstício do inverno, no hemisfério norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Com muito jeito e astúcia, a verdade de Jesus Cristo como o sol da justiça, dirigiu-se para o Oriente verdadeiro, fazendo com que Ele se tornasse o foco da adoração, substituindo a ênfase mitológica. E com isto tudo, foi-se também introduzindo as fogueiras de Natal, que era a forma do paganismo adorar o fogo &#8211; porque não podendo atingir o sol, adorava o fogo. Adornavam as festas, as bacanais, com fogueiras, onde Baco e Dioniso que são o mesmo deus, eram adorados com comilança e bebedice à vontade. E para amenizar o sofrimento trocavam-se presentes, a fim de que as pessoas ficassem contentes no momento da ressaca, logo depois daquele festejo. Davam-se os presentes uns aos outros, para amenizar os sofrimentos e abrandar a culpa da comemoração dissoluta. Estes expedientes descomedidos foram expurgados dos seus exageros e transplantados para dentro da igreja. A orgia se transformou na recatada ceia de Natal, passando a fazer parte do processo de celebração e pouco a pouco começaram a surgir pequenas deturpações: fogueiras se transfiguram em velinhas como fogo, depois em luzinhas, pisca-pisca. As luzinhas são mais bonitinhas. Elas não queimam, não poluem e ficam acendendo nas cidades; acendem e apagam produzindo uma sensação extasiante. É muito bonito e dá uma idéia deslumbrante de euforia.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.</p>
<p style="text-align: justify;">A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enfoque Conteporâneo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Natal hoje é uma festa principalmente comercial. A mídia tem a cada ano tirado Jesus de cena dando mais valor e atenção aos outros componentes do Natal como uma tentativa de transformar o Natal em uma festa a ser comemorada tanto por cristãos quanto por não-cristãos. Foi notícia nos jornais da Itália o fato de uma professora ter tirado o nome de Jesus das músicas natalinas para não ofender os alunos muçulmanos. O Papai Noel (São Nicolau) é hoje o componente principal do Natal e a troca de presentes junto com a farta ceia de Natal tornou-se o objetivo principal do comércio nesta época.</p>
<p style="text-align: justify;">O culto, que deve ter como único objetivo a adoração a Deus, passa a ser um show de corais e grupos teatrais. Há igrejas que montam grandes árvores de natal dentro do templo. Ah se Jesus entrasse com um chicote!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enfoque Bíblico </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O natal é uma apologia à mentira. Quem aqui nunca foi enganado pelos pais acreditando em Papai Noel? Creio que poucos. João 8:44 Papai Noel é um santo da Igreja Católica Romana. Já parou para pensar que se você tem um Papai Noel em casa, você está no mesmo erro de alguém que possui uma imagem de qualquer outro santo? Ex 20:4 A árvore de natal é um símbolo idólatra. Dt 16:21 Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo, mas sim sua morte através da Ceia do Senhor. 1 Cor 11:25-26</p>
<p style="text-align: justify;">Só reis ímpios comemoravam o seu dia natalício (aniversário) Gn 40:20-22, Mat 14:6-8. Só uma curiosidade: Nas duas ocasiões alguém perdeu a cabeça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com muita tristeza fiquei sabendo há algum tempo que haviam criado uma escola de samba gospel, em que os integrantes eram ?evangélicos? e que desfilaria no carnaval. Se não me engano isto foi em  Niteroi. Como pode cristãos tentando se adaptar a esta festa chamada carnaval, festa de exaltação à carne. Esta mesma tristeza deve ter alcançado os corações de cristãos sinceros há quase 1700 anos passados quando alguns cristãos começaram a celebrar a festa pagã ao deus sol dando uma roupagem nova, dizendo ser o aniversário de Jesus. Ao longo dos anos em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Um ou mais fatores estão relacionados a essa oposição: uma rejeição da autoridade eclesiástica na tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns protestantes, especialmente os de tradição calvinista &#8211; inclusive Calvino, Knox, os puritanos ingleses e norte-americanos e muitos presbiterianos &#8211; recusavam-se a celebrar o natal.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje temos como exemplo nossos irmãos da igreja Cristã do Brasil não comemoram o natal e várias igrejas de variadas denominações que tem abandonado essa prática.</p>
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		<title>Pai e filho</title>
		<link>http://www.onome.com.br/pai-e-filho/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 19:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qI8XyOgLtFA&#038;hl=pt&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/qI8XyOgLtFA&#038;hl=pt&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Não leve burro por zebra</title>
		<link>http://www.onome.com.br/nao-leve-burro-por-zebra/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sermões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.onome.com.br/?p=122</guid>
		<description><![CDATA[<p>Saiu no Terra ontem uma notícia engraçada:</p>
<blockquote>
<h3>Sem dinheiro para comprar zebra, zoo em Gaza pinta burro</h3>
<p style="text-align: justify;">O zoológico de Marah Land, na Faixa de Gaza, resolveu pintar dois burros de branco e preto para satisfazer crianças palestinas que nunca viram uma zebra de verdade, informou nesta quinta-feira a agência <em>Reuters</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o dono do zoo, Mohammed Bargouthi, furar o bloqueio imposto por Israel à Gaza e trazer zebras “genuínas” por um túneis que cruzam a fronteira com o Egito sairia muito caro. A solução foi usar a criatividade.</p>
</blockquote>
<p><img class="size-full wp-image-123" title="Zebrurro" src="http://www.onome.com.br/wp/wp-content/uploads/get.jpg" alt="Zebrurro" width="619" height="464" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para as crianças que aparecem na foto, talvez este burro pintado verdadeiramente passa a impressão que é uma zebra. Mas para quem conhece uma zebra de verdade, a figura é grotesca, parece uma imitação bem barata. Um leitor chegou a comentar: &#8220;<span>Parece que não é só a zebra que falta no zoo, a comida do burro está faltando, o bicho está magrelo.&#8221; </span>Veja esta zebra da foto abaixo, como tem suas listras delimitadas, com harmonia e uma transição divinamente esculpida das listras do dorso para as listras das patas traseiras. Algo bonito de se ver.</p>
<p><img class="size-full wp-image-124" title="Zebra verdadeira" src="http://www.onome.com.br/wp/wp-content/uploads/Zebra.zoo.750pix.jpg" alt="Zebra verdadeira" width="619" height="464" /></p>
<p style="text-align: justify;">Comentando sobre este fato, me lembrei de uma comparação que fiz com a cereja que encontramos em muitos <em>self services</em> de sorvete. Ela é feita de bolinhas de chuchu colocadas num corante com essência de cereja. São até saborosas, mas quando você come uma cereja de verdade, percebe que aquela bolinha de chuchu não tem graça.</p>
<p style="text-align: justify;">A Bíblia conta a história de um homem levita, que por força da tribo que pertencia, tudo indica, ser um homem religioso, adorador, que cuidava das coisas de DEUS. Inesperadamente aquele homem teve um experiência que mudou completamente a sua vida. Mas esta história começou muitos anos antes, quando o sacerdote Eli era Sumo Sacerdote em Israel. Numa das batalha que Israel travou contra os filisteus, os israelitas levaram a arca para o campo de batalha com o fim de a usarem como um amuleto a seu favor. Só que o favor de DEUS não estava mais com eles e o Senhor permitiu que Israel perdesse a batalha e que a arca fosse levada para a Filistia. Lá a presença da arca provocou alguns problemas de saúde nos filisteus e eles devolveram a arca num carro de bois que milagrosamente se dirigiu ao sul de Israel, ficando na casa de Abinadabe durante quase vinte anos. Quando Davi assumiu o reinado, desejou trazer a arca para a Cidade de Davi (apesar de Davi ter nascido em Belém, a Cidade de Davi  não é Belém como alguns pensam, quando a Bíblia cita a &#8220;Cidade de Davi&#8221;, faz referência a uma área  que faz parte de Jerusalém) e por descuido, não pesquisou na Lei como deveria conduzir a arca e resolveu fazer como os filistei, trazendo-a num carro de bois. No meio do caminho, a arca foi amparada por Uzá para que não caísse e Uzá morreu por ter tocado nela. Davi, meio decepcionado, deixou a arca na casa de Obede-Edom. Veja como a Bíblia cita este fato: (II Sam 6)</p>
<blockquote><p>9 	E temeu Davi ao Senhor naquele dia; e disse: Como virá a mim a arca do Senhor?</p>
<p>10 	E não quis Davi retirar para junto de si a arca do Senhor, à cidade de Davi; mas Davi a fez levar à casa de Obede-Edom, o giteu.</p>
<p>11 	E ficou a arca do Senhor em casa de Obede-Edom, o giteu, três meses; e abençoou o Senhor a Obede-Edom, e a toda a sua casa.</p>
<p>12 	Então avisaram a Davi, dizendo: Abençoou o Senhor a casa de Obede-Edom, e tudo quanto tem, por causa da arca de Deus; foi pois Davi, e trouxe a arca de Deus para cima, da casa de Obede-Edom, à cidade de Davi, com alegria.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Agora, Obede-Edom experimentou a arca de DEUS em sua casa por três meses e, apesar de parecer curto este tempo, foi o suficiente para ter sua rotina trasnformada. O texto de 1Cr 13:14 diz que &#8220;e o Senhor abençoou a casa de <span>Obede-Edom</span>, e tudo quanto tinha.&#8221; Não quero aqui fazer nenhuma apologia ao uso de objetos sagrados como forma de atrair a bênção e nem procurar a DEUS só por causa de bênçãos, mas não podemos negar que aqueles três meses foram especiais na vida de Obede-Edom. Só que a arca se foi da casa dele do mesmo jeito que veio, sem avisos. O que você faria no lugar de Obede-Edom ao ver o Rei com uma multidão vindo buscar a arca que abençoou de forma sobrenatural a sua vida, sua família e tudo o que você possui?</p>
<p style="text-align: justify;">Se você respondeu que iria acompanhar a arca onde que que ela fosse levada, eu quero te dizer que foi exatamente isto que Obede-Edom fez. Os capítulo 15 e 16 de I Crônicas relatam que Obede-Edom ora servia como porteiro, ora como harpista, não importando com o que faria, o importante era estar perto da arca.</p>
<p>Esta história deve ser aplicada em nossas vidas. Depois de verdadeiramente termos uma experiência com a presença de DEUS, não dá mais para viver uma vida com atividades e programações que tentam imitar a presença de DEUS como a pseudo-zebra da notícia acima. Para quem não conhece a DEUS pessoalmente, o ativismo religioso pode até ser legal, bacana&#8230; Mas quem de fato foi impactado com a maravilhosa presença de DEUS em suas vidas não quer outra coisa senão seguir a DEUS onde quer que ele esteja se manifestando. A minha e a sua oração devem ser como a oração de Moises no monte Sinai:  &#8220;Exo 33:15 &#8211; 	Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui.&#8221;</p>
<p>Chega de cereja de chuchu!!! Eu quero é DEUS!!!</p>
<p style="text-align: justify;"><span><br />
</span></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no Terra ontem uma notícia engraçada:</p>
<blockquote>
<h3>Sem dinheiro para comprar zebra, zoo em Gaza pinta burro</h3>
<p style="text-align: justify;">O zoológico de Marah Land, na Faixa de Gaza, resolveu pintar dois burros de branco e preto para satisfazer crianças palestinas que nunca viram uma zebra de verdade, informou nesta quinta-feira a agência <em>Reuters</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o dono do zoo, Mohammed Bargouthi, furar o bloqueio imposto por Israel à Gaza e trazer zebras “genuínas” por um túneis que cruzam a fronteira com o Egito sairia muito caro. A solução foi usar a criatividade.</p>
</blockquote>
<p><img class="size-full wp-image-123" title="Zebrurro" src="http://www.onome.com.br/wp/wp-content/uploads/get.jpg" alt="Zebrurro" width="619" height="464" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para as crianças que aparecem na foto, talvez este burro pintado verdadeiramente passa a impressão que é uma zebra. Mas para quem conhece uma zebra de verdade, a figura é grotesca, parece uma imitação bem barata. Um leitor chegou a comentar: &#8220;<span>Parece que não é só a zebra que falta no zoo, a comida do burro está faltando, o bicho está magrelo.&#8221; </span>Veja esta zebra da foto abaixo, como tem suas listras delimitadas, com harmonia e uma transição divinamente esculpida das listras do dorso para as listras das patas traseiras. Algo bonito de se ver.</p>
<p><img class="size-full wp-image-124" title="Zebra verdadeira" src="http://www.onome.com.br/wp/wp-content/uploads/Zebra.zoo.750pix.jpg" alt="Zebra verdadeira" width="619" height="464" /></p>
<p style="text-align: justify;">Comentando sobre este fato, me lembrei de uma comparação que fiz com a cereja que encontramos em muitos <em>self services</em> de sorvete. Ela é feita de bolinhas de chuchu colocadas num corante com essência de cereja. São até saborosas, mas quando você come uma cereja de verdade, percebe que aquela bolinha de chuchu não tem graça.</p>
<p style="text-align: justify;">A Bíblia conta a história de um homem levita, que por força da tribo que pertencia, tudo indica, ser um homem religioso, adorador, que cuidava das coisas de DEUS. Inesperadamente aquele homem teve um experiência que mudou completamente a sua vida. Mas esta história começou muitos anos antes, quando o sacerdote Eli era Sumo Sacerdote em Israel. Numa das batalha que Israel travou contra os filisteus, os israelitas levaram a arca para o campo de batalha com o fim de a usarem como um amuleto a seu favor. Só que o favor de DEUS não estava mais com eles e o Senhor permitiu que Israel perdesse a batalha e que a arca fosse levada para a Filistia. Lá a presença da arca provocou alguns problemas de saúde nos filisteus e eles devolveram a arca num carro de bois que milagrosamente se dirigiu ao sul de Israel, ficando na casa de Abinadabe durante quase vinte anos. Quando Davi assumiu o reinado, desejou trazer a arca para a Cidade de Davi (apesar de Davi ter nascido em Belém, a Cidade de Davi  não é Belém como alguns pensam, quando a Bíblia cita a &#8220;Cidade de Davi&#8221;, faz referência a uma área  que faz parte de Jerusalém) e por descuido, não pesquisou na Lei como deveria conduzir a arca e resolveu fazer como os filistei, trazendo-a num carro de bois. No meio do caminho, a arca foi amparada por Uzá para que não caísse e Uzá morreu por ter tocado nela. Davi, meio decepcionado, deixou a arca na casa de Obede-Edom. Veja como a Bíblia cita este fato: (II Sam 6)</p>
<blockquote><p>9 	E temeu Davi ao Senhor naquele dia; e disse: Como virá a mim a arca do Senhor?</p>
<p>10 	E não quis Davi retirar para junto de si a arca do Senhor, à cidade de Davi; mas Davi a fez levar à casa de Obede-Edom, o giteu.</p>
<p>11 	E ficou a arca do Senhor em casa de Obede-Edom, o giteu, três meses; e abençoou o Senhor a Obede-Edom, e a toda a sua casa.</p>
<p>12 	Então avisaram a Davi, dizendo: Abençoou o Senhor a casa de Obede-Edom, e tudo quanto tem, por causa da arca de Deus; foi pois Davi, e trouxe a arca de Deus para cima, da casa de Obede-Edom, à cidade de Davi, com alegria.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Agora, Obede-Edom experimentou a arca de DEUS em sua casa por três meses e, apesar de parecer curto este tempo, foi o suficiente para ter sua rotina trasnformada. O texto de 1Cr 13:14 diz que &#8220;e o Senhor abençoou a casa de <span>Obede-Edom</span>, e tudo quanto tinha.&#8221; Não quero aqui fazer nenhuma apologia ao uso de objetos sagrados como forma de atrair a bênção e nem procurar a DEUS só por causa de bênçãos, mas não podemos negar que aqueles três meses foram especiais na vida de Obede-Edom. Só que a arca se foi da casa dele do mesmo jeito que veio, sem avisos. O que você faria no lugar de Obede-Edom ao ver o Rei com uma multidão vindo buscar a arca que abençoou de forma sobrenatural a sua vida, sua família e tudo o que você possui?</p>
<p style="text-align: justify;">Se você respondeu que iria acompanhar a arca onde que que ela fosse levada, eu quero te dizer que foi exatamente isto que Obede-Edom fez. Os capítulo 15 e 16 de I Crônicas relatam que Obede-Edom ora servia como porteiro, ora como harpista, não importando com o que faria, o importante era estar perto da arca.</p>
<p>Esta história deve ser aplicada em nossas vidas. Depois de verdadeiramente termos uma experiência com a presença de DEUS, não dá mais para viver uma vida com atividades e programações que tentam imitar a presença de DEUS como a pseudo-zebra da notícia acima. Para quem não conhece a DEUS pessoalmente, o ativismo religioso pode até ser legal, bacana&#8230; Mas quem de fato foi impactado com a maravilhosa presença de DEUS em suas vidas não quer outra coisa senão seguir a DEUS onde quer que ele esteja se manifestando. A minha e a sua oração devem ser como a oração de Moises no monte Sinai:  &#8220;Exo 33:15 &#8211; 	Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui.&#8221;</p>
<p>Chega de cereja de chuchu!!! Eu quero é DEUS!!!</p>
<p style="text-align: justify;"><span><br />
</span></p>
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		<title>Sagrado vesus Secular</title>
		<link>http://www.onome.com.br/sagrado-vesus-secular/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 18:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sermões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.onome.com.br/?p=119</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na minha infância e adolescência brincávamos muito de brincadeiras de grupo e uma que era sempre recorrente, principalmente quando participávamos de alguma palestra sobre comunicação era a do &#8220;Telefone Sem Fio&#8221;: Forma-se uma roda e o organizador que também está na roda, cochicha algo no ouvido da pessoa ao seu lado que tem como tarefa cochichar o que ouviu para o próximo e assim por diante. Ao final o organizador dizia em voz alta o que ele cochichou a princípio e o que ouviu do último da roda. Você nem imagina como a mensagem sofria distorções e muita vezes mudava completamente o sentido ao ser retransmitida por umas vintes pessoas mais ou menos.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo acontece com a cultura, o idioma que falamos e escrevemos, a forma como nos vestimos etc. O interessante nisto tudo é que mesmo tendo acesso à mensagem original por conta da História, não raramente o significado das palavras muda e com isto a mensagem sofre influências que a distorcem. Quero refletir sobre um exemplo: Igreja.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma definição encontrada no link http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_%28edif%C3%ADcio%29 em 08/10/2009:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>A palavra igreja (do grego ἐκκλησία, ekklēsía, significando &#8220;assembleia&#8221;,&#8221;convocação&#8221;) utiliza-se para descrever não apenas uma comunidade religiosa cristã mas também a construção usada para serviços religiosos públicos, dedicando-se geralmente aos do culto cristão. Outro termo para definir o edifício dedicado ao culto cristão é templo.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Hoje comumente dizemos &#8220;vamos à igreja&#8221; ou tal lugar é &#8220;perto da igreja&#8221; como se de fato &#8220;igreja&#8221; fosse um local, uma construção. Mas será que originalmente Jesus pensava em prédios, estruturas, organizações quando falava em igreja? Outro nome dado ao prédio onde acontecem as reuniões é &#8220;Templo&#8221;. Uma definição:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>Templo (do latim templum local sagrado) é uma estrutura arquitetônica dedicada ao serviço religioso. O termo também pode ser usado em sentido figurado. Neste sentido, é o reflexo do mundo divino, a habitação de Deus sobre a terra, o lugar da Presença Real.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mas tanto a definição de Igreja quando Templo, no cristianismo se referem às pessoas e não a estruturas ou organizações. Mas qual a implicação do uso incorretos destes conceitos? São várias e eu não desejo aqui discorrer sobre muitas, senão uma: A separação entre sacro e secular.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando chamamos um lugar de igreja ou de templo, dizemos que naquele lugar há a necessidade de reverência, respeito, pureza, santidade. Mas ao sairmos daquele lugar, ficamos isentos de levar conosco tudo aquilo que é propício a um lugar santo. Na nossa vida secular não temos a mesma preocupação com a santidade, pois segundo o conceito distorcido, a igreja ficou com endereço fixo, lá naquele prédio que uns chamam de templo e outros ousam chamar de Casa de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não é isto que a Bíblia diz, ela diz que o templo somos nós e ainda adverte: (1 Cor 3)</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>16 	Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?</p>
<p>17 	Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Há um chamado de DEUS para que retornemos à santidade e atender este chamado passa pelo entendimento claro que Igreja somos nós, Templo somos nós, culto não é um momento de reunião semanal, é uma vida dedicada a adoração. DEUS não nos vê fatiados entre sagrado e secular, DEUS nos vê como realmente somos e não aquilo que apresentamos ao nos vestirmos de &#8220;crentes&#8221; para &#8220;irmos&#8221; à igreja, pois nós não vamos, repito, nós somos igreja.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; text-align: justify;"><strong>Templo</strong> (do <a title="Latim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latim</a> <em>templum</em> local sagrado) é uma estrutura <a class="mw-redirect" title="Arquitectura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitectura">arquitetônica</a> dedicada ao serviço <a title="Religião" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o">religioso</a>. O termo também pode ser usado em sentido figurado. Neste sentido, é o reflexo do mundo divino, a habitação de Deus sobre a terra, o lugar da Presença Real.</div>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na minha infância e adolescência brincávamos muito de brincadeiras de grupo e uma que era sempre recorrente, principalmente quando participávamos de alguma palestra sobre comunicação era a do &#8220;Telefone Sem Fio&#8221;: Forma-se uma roda e o organizador que também está na roda, cochicha algo no ouvido da pessoa ao seu lado que tem como tarefa cochichar o que ouviu para o próximo e assim por diante. Ao final o organizador dizia em voz alta o que ele cochichou a princípio e o que ouviu do último da roda. Você nem imagina como a mensagem sofria distorções e muita vezes mudava completamente o sentido ao ser retransmitida por umas vintes pessoas mais ou menos.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo acontece com a cultura, o idioma que falamos e escrevemos, a forma como nos vestimos etc. O interessante nisto tudo é que mesmo tendo acesso à mensagem original por conta da História, não raramente o significado das palavras muda e com isto a mensagem sofre influências que a distorcem. Quero refletir sobre um exemplo: Igreja.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma definição encontrada no link http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_%28edif%C3%ADcio%29 em 08/10/2009:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>A palavra igreja (do grego ἐκκλησία, ekklēsía, significando &#8220;assembleia&#8221;,&#8221;convocação&#8221;) utiliza-se para descrever não apenas uma comunidade religiosa cristã mas também a construção usada para serviços religiosos públicos, dedicando-se geralmente aos do culto cristão. Outro termo para definir o edifício dedicado ao culto cristão é templo.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Hoje comumente dizemos &#8220;vamos à igreja&#8221; ou tal lugar é &#8220;perto da igreja&#8221; como se de fato &#8220;igreja&#8221; fosse um local, uma construção. Mas será que originalmente Jesus pensava em prédios, estruturas, organizações quando falava em igreja? Outro nome dado ao prédio onde acontecem as reuniões é &#8220;Templo&#8221;. Uma definição:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>Templo (do latim templum local sagrado) é uma estrutura arquitetônica dedicada ao serviço religioso. O termo também pode ser usado em sentido figurado. Neste sentido, é o reflexo do mundo divino, a habitação de Deus sobre a terra, o lugar da Presença Real.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mas tanto a definição de Igreja quando Templo, no cristianismo se referem às pessoas e não a estruturas ou organizações. Mas qual a implicação do uso incorretos destes conceitos? São várias e eu não desejo aqui discorrer sobre muitas, senão uma: A separação entre sacro e secular.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando chamamos um lugar de igreja ou de templo, dizemos que naquele lugar há a necessidade de reverência, respeito, pureza, santidade. Mas ao sairmos daquele lugar, ficamos isentos de levar conosco tudo aquilo que é propício a um lugar santo. Na nossa vida secular não temos a mesma preocupação com a santidade, pois segundo o conceito distorcido, a igreja ficou com endereço fixo, lá naquele prédio que uns chamam de templo e outros ousam chamar de Casa de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não é isto que a Bíblia diz, ela diz que o templo somos nós e ainda adverte: (1 Cor 3)</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>16 	Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?</p>
<p>17 	Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Há um chamado de DEUS para que retornemos à santidade e atender este chamado passa pelo entendimento claro que Igreja somos nós, Templo somos nós, culto não é um momento de reunião semanal, é uma vida dedicada a adoração. DEUS não nos vê fatiados entre sagrado e secular, DEUS nos vê como realmente somos e não aquilo que apresentamos ao nos vestirmos de &#8220;crentes&#8221; para &#8220;irmos&#8221; à igreja, pois nós não vamos, repito, nós somos igreja.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; text-align: justify;"><strong>Templo</strong> (do <a title="Latim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latim</a> <em>templum</em> local sagrado) é uma estrutura <a class="mw-redirect" title="Arquitectura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitectura">arquitetônica</a> dedicada ao serviço <a title="Religião" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o">religioso</a>. O termo também pode ser usado em sentido figurado. Neste sentido, é o reflexo do mundo divino, a habitação de Deus sobre a terra, o lugar da Presença Real.</div>
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		<title>Colocando DEUS em primeiro lugar</title>
		<link>http://www.onome.com.br/colocando-deus-em-primeiro-lugar/</link>
		<comments>http://www.onome.com.br/colocando-deus-em-primeiro-lugar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sermões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.onome.com.br/?p=116</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das matérias que eu estudei na faculdade quando fazia Administração de Empresas é Teoria do Comportamento do Consumidor, e o grande dilema desta matéria é descobrir o que impulsiona o cliente a comprar um ou outro produto. Porque às vezes, por exemplo, alguém que tem condições financeiras de ter um BMW, tem na verdade um Corsa ou um Palio e às vezes alguém que não tem condições nem mesmo de ter um Palio, ajunta dinheiro a vida toda para comprar um BMW, nem que seja usado. Porque as pessoas têm prioridades diferentes? Porque uns colocam em primeiro lugar a vida profissional, outros os estudos, outros a família?</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos  a história de um homem que foi provado e mostrou que colocava DEUS em primeiro lugar em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Gênesis, capítulo 22 versículos de 1 a 19</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>1 	Sucedeu, depois destas coisas, que Deus provou a Abraão, dizendo-lhe: Abraão! E este respondeu: Eis-me aqui.</p>
<p>2 	Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho; o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te hei de mostrar.</p>
<p>3 	Levantou-se, pois, Abraão de manhã cedo, albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque, seu filho; e, tendo cortado lenha para o holocausto, partiu para ir ao lugar que Deus lhe dissera.</p>
<p>4 	Ao terceiro dia levantou Abraão os olhos, e viu o lugar de longe.</p>
<p>5 	E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o mancebo iremos até lá; depois de adorarmos, voltaremos a vós.</p>
<p>6 	Tomou, pois, Abraão a lenha do holocausto e a pôs sobre Isaque, seu filho; tomou também na mão o fogo e o cutelo, e foram caminhando juntos.</p>
<p>7 	Então disse Isaque a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?</p>
<p>8 	Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos.</p>
<p>9 	Havendo eles chegado ao lugar que Deus lhe dissera, edificou Abraão ali o altar e pôs a lenha em ordem; o amarrou, a Isaque, seu filho, e o deitou sobre o altar em cima da lenha.</p>
<p>10 	E, estendendo a mão, pegou no cutelo para imolar a seu filho.</p>
<p>11	Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde o céu, e disse: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui.</p>
<p>12	Então disse o anjo: Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho.</p>
<p>13	Nisso levantou Abraão os olhos e olhou, e eis atrás de si um carneiro embaraçado pelos chifres no mato; e foi Abraão, tomou o carneiro e o ofereceu em holocausto em lugar de seu filho.</p>
<p>14	Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová-Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.</p>
<p>15	Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde o céu,</p>
<p>16	e disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho,</p>
<p>17	que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;</p>
<p>18	e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.</p>
<p>19	Então voltou Abraão aos seus moços e, levantando-se, foram juntos a Beer-Seba; e Abraão habitou em Beer-Seba.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Colocando DEUS em primeiro lugar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>1. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão obedecia a DEUS.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O versículo três diz que Abraão levantou-se bem cedo para cumprir a ordem divina, não deixou para depois, nem questionou a DEUS o porquê daquela ordem. No versículo quatro percebemos que Abraão caminhou três dias até chegar ao lugar que DEUS ordenara que ele sacrificasse seu filho. Abraão teve três dias e três noites para se arrepender e voltar atrás ou mesmo ao deitar-se à noite, tinha a oportunidade de refletir sobre a ordem divina e questionar a DEUS como Abraão poderia ser pai de uma grande nação se DEUS lhe ordenara que sacrificasse seu único filho. Mas Abraão não fez nada disto, ele obedeceu. A obediência de Abraão foi tal que ele chegou a levantar o cutelo para matar seu filho, nem na hora H Abraão desobedeceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa vez meu pai foi pescar com meu irmão mais velho, na época meu irmão tinha uns dez anos de idade e eles foram a uma represa chamada Abadia do Dourados, lá o nível de água era controlado por umas comportas que abriam e fechavam ao longo do dia. Meu irmão estava a uns seis metros de meu pai quando meu pai simplesmente o chamou para perto de si. Meu irmão obedeceu prontamente. Quando meu chegou perto do meu pai, este lhe mostrou uma aranha muito grande que tinha ficado ilhada numa pedra e que com a queda do nível de água estava indo à direção onde meu irmão estava anteriormente, no lugar que meu pai estava ele tinha uma visão melhor, meu irmão ficou traumatizado e até hoje ele tem medo de aranha. Quando soube da história fiquei imaginando se fosse comigo: eu iria perguntar a meu pai porque ele estava me chamando, falaria para ele esperar um pouquinho, iria fazer hora para obedecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes questionamos as ordens Divinas? Quantas vezes não obedecemos prontamente? Mas você pode pensar: Eu não ouço DEUS me falar como falava com Abraão, tão claramente. Eu te digo que hoje DEUS fala mais claramente, pois hoje temos o Espírito Santo de DEUS falando aos nossos corações o que devemos e o que não devemos fazer. Temos a Bíblia com preceitos divinos a cumprir. Mas mesmo assim somos desobedientes, preferimos confiar em nossa própria sabedoria, preferimos obedecer à moda, à cultura, ao que é aceito pelas pessoas que nos cercam a obedecer a DEUS. Ou então se obedecemos, obedecemos por medo. Há um ditado que diz: O tolo obedece por medo, mas o sábio obedece por amor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>2. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão amava a DEUS.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraão já havia despedido Agar com Ismael, seu outro filho, agora Abraão só tinha Isaque e o sonho de Abraão era ser pai, quando Isaque nasceu Abraão já tinha cem anos e tinha em seu filho a esperança de ser pai de uma grande nação. No versículo dois vemos a importância de Isaque para Abraão: “Toma teu filho” algo importante para Abraão, “Teu único filho” mais importante ainda por que era o único, “Isaque a quem amas” além de ser único era Isaque, aquele que Abraão tanto amava, que Abraão deu um grande banquete quando ele desmamou, que por amor a ele, Abraão tinha despedido Agar com Ismael. Era esse Isaque, tão amado que Abraão tinha que matar. Eu fico tentando imaginar como Abraão se sentiu quando Isaque lhe perguntou onde estava o cordeiro para o holocausto, o que passou pelo coração de Abraão quando estava amarrando para ser sacrificado seu filho, seu único filho, Isaque a que ele tanto amava.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu morava no Rio de Janeiro, na época em que fazia seminário, eu trabalhava na Mesbla na Ilha do Governador e o ônibus que eu pegava era muito perigoso, eu saia da Mesbla dez e quinze da noite e chegava em casa entre onze e meia e meia noite. Num certo dia percebi uma jovem dentro do ônibus muito preocupada olhando sempre para trás, como eu estava com uniforme da Mesbla, imaginei que se eu sentasse num banco sozinho a sua frente, ela iria sentar-se ao meu lado, pois saberia que eu não era assaltante, dito e feito, ela sentou ao meu lado, eu então comecei a falar sobre como podemos confiar no amor e proteção que DEUS tem para conosco. Ela me falou que estava indo buscar o namorado no trabalho, eu achei estranho como uma jovem arriscaria ser assaltada todos os dias, ficando mais de uma hora por dia naquele horário todos os dias dentro de um ônibus tão perigoso. Ela me disse que amava muito seu pai, era a filha que mais o amava e ele morreu, então ela perdeu também seu tio que praticamente substituiu seu pai quando este morreu. Ela ficou muito abalada com a morte destes dois entes queridos, mas ela superou isto quando começou a namora e ficou noiva de um rapaz que ela amava muito também, só que o noivo dela foi trabalhar em Portugal e morreu subitamente lá, não dando tempo nem dela ver o sepultamento. Então eu pude perceber que neste novo namorado ela estava depositando todo o seu amor. Em psicologia isto é chamado de <em>catexia</em>, que é o processo de canalizar todas as forças no amor a alguma pessoa, atividade ou objeto. Não é isto que Abraão fazia, nem é o que a Bíblia ensina. Lembra primeiro grande mandamento? Marcos 12 versículo 30 “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças.” Não é somente amar sobre todas as coisas, é amar com o coração “emoções” com a alma “espiritualmente” com o entendimento “razão” com as forças “físico” além de abranger o ser humano em todas as suas características a palavra “todo ou toda” dá a idéia de intensidade: nós devemos amar a DEUS “com força”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele emprego que você tanto pediu a DEUS e ele te deu, tem impedido que você ame a DEUS com todas as tuas forças?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele curso superior que foi alvo de tantas orações para você passar no vestibular, tem impedido você de amar a DEUS com todo o seu entendimento?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele namorado ou namorada ou filho ou até mesmo neto, tem impedido você de amar a DEUS com todo o seu coração?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquela atividade na igreja tem impedido você de amar a DEUS de toda a sua alma?</p>
<p style="text-align: justify;">Por que nem mesmo a igreja deve ocupar o lugar que é somente de DEUS. DEUS não se contenta em ser o segundo, Ele tem que estar em primeiro lugar em seu coração.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>3. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão confiava em DEUS.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">DEUS já tinha feito um pacto com Abraão prometendo-lhe abençoar e ser o seu DEUS e DEUS de seus filhos. A Bíblia diz que Abraão creu e isto lhe foi imputado por justiça. No versículo cinco nós podemos observar a fé de Abraão ao dizer para os moços: “Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o mancebo iremos até lá; depois de adorarmos, voltaremos a vós.” Alguns interpretes da Bíblia dizem que Abraão disse “voltaremos” no plural para não assustar os moços, mas eu prefiro ficar com a interpretação do escritor aos hebreus que diz: “Pela fé Abraão, sendo provado, ofereceu Isaque; sim, ia oferecendo o seu unigênito aquele que recebera as promessas, e a quem se havia dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, julgando que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar; e daí também em figura o recobrou.” Hebreus 11:17-19.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraão acreditava que dos mortos DEUS ressucitaria Isaque e esta fé que fez com que Abraão respondesse a seu filho quando este lhe perguntou onde estaria o cordeiro para o holocausto: “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho.”</p>
<p style="text-align: justify;">Eu assisti a um filme onde o personagem tinha que desvendar um enigma para achar um tesouro e ele se deparou com um abismo escuro e profundo entre duas montanhas, e no enigma dizia que ele tinha que agir com fé. O personagem não viu nada por perto que desse para ele improvisar uma ponte ou mesmo uma corda para ele tentar passar para o outro lado, então ele resolveu seguir o que o enigma dizia e deu um passo em direção ao abismo só que ao invés dele cair ele pisou em algo sólido, ele pode então perceber que havia uma rocha que formava uma ponte entre as duas montanhas, mas a rocha era tão polida e da cor do abismo que olhado de cima não dava para ver, então ele pegou um punhado de terra e jogou para frente e pode ver a rocha. Apesar de ser ficção, este é um bom exemplo para no mostrar o que é fé e como DEUS que é a rocha eterna, está sempre nos sustentando. Como tem sido sua confiança em DEUS. Você confia com um pé atrás? Você tem descansado no Senhor ou tem ficado preocupado com o dia de amanhã? O capitalismo que teve suas origens no meio dos protestantes na Inglaterra tem sido uma arma de satanás para que deixemos de confiar em DEUS para confiarmos na tal chamada “estabilidade financeira” e para alcançarmos esta estabilidade, normalmente DEUS é colocado em segundo plano. Até quando nos dedicamos a orar a DEUS pedindo prosperidade, nos esquecemos que melhor do que receber as bênçãos de DEUS e confiar nestas bênçãos é conhecer o DEUS das bênçãos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para concluir gostaria de recapitular com você o porquê que Abraão colocava DEUS em primeiro lugar:</p>
<p style="text-align: justify;">1. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão obedecia a DEUS.</p>
<p style="text-align: justify;">2. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão amava a DEUS.</p>
<p style="text-align: justify;">3. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão confiava em DEUS.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas você pode perguntar para que DEUS fez tudo isto com Abraão se DEUS é sabedor de todas as coisas e já conhecia o coração de Abraão? O versículo dose diz o seguinte: “Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho.” Esse “agora sei” no hebraico tem o sentido de saber por experiência, DEUS quer saber por experiência qual é o lugar que Ele ocupa em sua vida. Feche os seus olhos e curve a sua cabeça. Peça a DEUS que lhe mostre o que tem impedido você de colocar DEUS em primeiro lugar em sua vida. Eu quero desafiar você agora a sacrificar simbolicamente tudo aquilo que tem ocupado o lugar que é de DEUS. Seu marido, sua esposa, seus filhos, sua carreira, seu negócio, seus estudos, o dinheiro, a televisão, a namorada ou o namorado. Eu quero que você venha aqui na frente e traga no seu coração tudo que tem te atrapalhado de ter uma vida totalmente na presença de DEUS. Eu não quero saber o que é nem o Pastor Reinaldo. Mas você precisa identificar o que é e dar a DEUS o primeiro lugar em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das matérias que eu estudei na faculdade quando fazia Administração de Empresas é Teoria do Comportamento do Consumidor, e o grande dilema desta matéria é descobrir o que impulsiona o cliente a comprar um ou outro produto. Porque às vezes, por exemplo, alguém que tem condições financeiras de ter um BMW, tem na verdade um Corsa ou um Palio e às vezes alguém que não tem condições nem mesmo de ter um Palio, ajunta dinheiro a vida toda para comprar um BMW, nem que seja usado. Porque as pessoas têm prioridades diferentes? Porque uns colocam em primeiro lugar a vida profissional, outros os estudos, outros a família?</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos  a história de um homem que foi provado e mostrou que colocava DEUS em primeiro lugar em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Gênesis, capítulo 22 versículos de 1 a 19</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>1 	Sucedeu, depois destas coisas, que Deus provou a Abraão, dizendo-lhe: Abraão! E este respondeu: Eis-me aqui.</p>
<p>2 	Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho; o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te hei de mostrar.</p>
<p>3 	Levantou-se, pois, Abraão de manhã cedo, albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque, seu filho; e, tendo cortado lenha para o holocausto, partiu para ir ao lugar que Deus lhe dissera.</p>
<p>4 	Ao terceiro dia levantou Abraão os olhos, e viu o lugar de longe.</p>
<p>5 	E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o mancebo iremos até lá; depois de adorarmos, voltaremos a vós.</p>
<p>6 	Tomou, pois, Abraão a lenha do holocausto e a pôs sobre Isaque, seu filho; tomou também na mão o fogo e o cutelo, e foram caminhando juntos.</p>
<p>7 	Então disse Isaque a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?</p>
<p>8 	Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos.</p>
<p>9 	Havendo eles chegado ao lugar que Deus lhe dissera, edificou Abraão ali o altar e pôs a lenha em ordem; o amarrou, a Isaque, seu filho, e o deitou sobre o altar em cima da lenha.</p>
<p>10 	E, estendendo a mão, pegou no cutelo para imolar a seu filho.</p>
<p>11	Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde o céu, e disse: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui.</p>
<p>12	Então disse o anjo: Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho.</p>
<p>13	Nisso levantou Abraão os olhos e olhou, e eis atrás de si um carneiro embaraçado pelos chifres no mato; e foi Abraão, tomou o carneiro e o ofereceu em holocausto em lugar de seu filho.</p>
<p>14	Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová-Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.</p>
<p>15	Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde o céu,</p>
<p>16	e disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho,</p>
<p>17	que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;</p>
<p>18	e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.</p>
<p>19	Então voltou Abraão aos seus moços e, levantando-se, foram juntos a Beer-Seba; e Abraão habitou em Beer-Seba.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Colocando DEUS em primeiro lugar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>1. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão obedecia a DEUS.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O versículo três diz que Abraão levantou-se bem cedo para cumprir a ordem divina, não deixou para depois, nem questionou a DEUS o porquê daquela ordem. No versículo quatro percebemos que Abraão caminhou três dias até chegar ao lugar que DEUS ordenara que ele sacrificasse seu filho. Abraão teve três dias e três noites para se arrepender e voltar atrás ou mesmo ao deitar-se à noite, tinha a oportunidade de refletir sobre a ordem divina e questionar a DEUS como Abraão poderia ser pai de uma grande nação se DEUS lhe ordenara que sacrificasse seu único filho. Mas Abraão não fez nada disto, ele obedeceu. A obediência de Abraão foi tal que ele chegou a levantar o cutelo para matar seu filho, nem na hora H Abraão desobedeceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa vez meu pai foi pescar com meu irmão mais velho, na época meu irmão tinha uns dez anos de idade e eles foram a uma represa chamada Abadia do Dourados, lá o nível de água era controlado por umas comportas que abriam e fechavam ao longo do dia. Meu irmão estava a uns seis metros de meu pai quando meu pai simplesmente o chamou para perto de si. Meu irmão obedeceu prontamente. Quando meu chegou perto do meu pai, este lhe mostrou uma aranha muito grande que tinha ficado ilhada numa pedra e que com a queda do nível de água estava indo à direção onde meu irmão estava anteriormente, no lugar que meu pai estava ele tinha uma visão melhor, meu irmão ficou traumatizado e até hoje ele tem medo de aranha. Quando soube da história fiquei imaginando se fosse comigo: eu iria perguntar a meu pai porque ele estava me chamando, falaria para ele esperar um pouquinho, iria fazer hora para obedecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes questionamos as ordens Divinas? Quantas vezes não obedecemos prontamente? Mas você pode pensar: Eu não ouço DEUS me falar como falava com Abraão, tão claramente. Eu te digo que hoje DEUS fala mais claramente, pois hoje temos o Espírito Santo de DEUS falando aos nossos corações o que devemos e o que não devemos fazer. Temos a Bíblia com preceitos divinos a cumprir. Mas mesmo assim somos desobedientes, preferimos confiar em nossa própria sabedoria, preferimos obedecer à moda, à cultura, ao que é aceito pelas pessoas que nos cercam a obedecer a DEUS. Ou então se obedecemos, obedecemos por medo. Há um ditado que diz: O tolo obedece por medo, mas o sábio obedece por amor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>2. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão amava a DEUS.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraão já havia despedido Agar com Ismael, seu outro filho, agora Abraão só tinha Isaque e o sonho de Abraão era ser pai, quando Isaque nasceu Abraão já tinha cem anos e tinha em seu filho a esperança de ser pai de uma grande nação. No versículo dois vemos a importância de Isaque para Abraão: “Toma teu filho” algo importante para Abraão, “Teu único filho” mais importante ainda por que era o único, “Isaque a quem amas” além de ser único era Isaque, aquele que Abraão tanto amava, que Abraão deu um grande banquete quando ele desmamou, que por amor a ele, Abraão tinha despedido Agar com Ismael. Era esse Isaque, tão amado que Abraão tinha que matar. Eu fico tentando imaginar como Abraão se sentiu quando Isaque lhe perguntou onde estava o cordeiro para o holocausto, o que passou pelo coração de Abraão quando estava amarrando para ser sacrificado seu filho, seu único filho, Isaque a que ele tanto amava.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu morava no Rio de Janeiro, na época em que fazia seminário, eu trabalhava na Mesbla na Ilha do Governador e o ônibus que eu pegava era muito perigoso, eu saia da Mesbla dez e quinze da noite e chegava em casa entre onze e meia e meia noite. Num certo dia percebi uma jovem dentro do ônibus muito preocupada olhando sempre para trás, como eu estava com uniforme da Mesbla, imaginei que se eu sentasse num banco sozinho a sua frente, ela iria sentar-se ao meu lado, pois saberia que eu não era assaltante, dito e feito, ela sentou ao meu lado, eu então comecei a falar sobre como podemos confiar no amor e proteção que DEUS tem para conosco. Ela me falou que estava indo buscar o namorado no trabalho, eu achei estranho como uma jovem arriscaria ser assaltada todos os dias, ficando mais de uma hora por dia naquele horário todos os dias dentro de um ônibus tão perigoso. Ela me disse que amava muito seu pai, era a filha que mais o amava e ele morreu, então ela perdeu também seu tio que praticamente substituiu seu pai quando este morreu. Ela ficou muito abalada com a morte destes dois entes queridos, mas ela superou isto quando começou a namora e ficou noiva de um rapaz que ela amava muito também, só que o noivo dela foi trabalhar em Portugal e morreu subitamente lá, não dando tempo nem dela ver o sepultamento. Então eu pude perceber que neste novo namorado ela estava depositando todo o seu amor. Em psicologia isto é chamado de <em>catexia</em>, que é o processo de canalizar todas as forças no amor a alguma pessoa, atividade ou objeto. Não é isto que Abraão fazia, nem é o que a Bíblia ensina. Lembra primeiro grande mandamento? Marcos 12 versículo 30 “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças.” Não é somente amar sobre todas as coisas, é amar com o coração “emoções” com a alma “espiritualmente” com o entendimento “razão” com as forças “físico” além de abranger o ser humano em todas as suas características a palavra “todo ou toda” dá a idéia de intensidade: nós devemos amar a DEUS “com força”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele emprego que você tanto pediu a DEUS e ele te deu, tem impedido que você ame a DEUS com todas as tuas forças?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele curso superior que foi alvo de tantas orações para você passar no vestibular, tem impedido você de amar a DEUS com todo o seu entendimento?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele namorado ou namorada ou filho ou até mesmo neto, tem impedido você de amar a DEUS com todo o seu coração?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquela atividade na igreja tem impedido você de amar a DEUS de toda a sua alma?</p>
<p style="text-align: justify;">Por que nem mesmo a igreja deve ocupar o lugar que é somente de DEUS. DEUS não se contenta em ser o segundo, Ele tem que estar em primeiro lugar em seu coração.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>3. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão confiava em DEUS.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">DEUS já tinha feito um pacto com Abraão prometendo-lhe abençoar e ser o seu DEUS e DEUS de seus filhos. A Bíblia diz que Abraão creu e isto lhe foi imputado por justiça. No versículo cinco nós podemos observar a fé de Abraão ao dizer para os moços: “Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o mancebo iremos até lá; depois de adorarmos, voltaremos a vós.” Alguns interpretes da Bíblia dizem que Abraão disse “voltaremos” no plural para não assustar os moços, mas eu prefiro ficar com a interpretação do escritor aos hebreus que diz: “Pela fé Abraão, sendo provado, ofereceu Isaque; sim, ia oferecendo o seu unigênito aquele que recebera as promessas, e a quem se havia dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, julgando que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar; e daí também em figura o recobrou.” Hebreus 11:17-19.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraão acreditava que dos mortos DEUS ressucitaria Isaque e esta fé que fez com que Abraão respondesse a seu filho quando este lhe perguntou onde estaria o cordeiro para o holocausto: “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho.”</p>
<p style="text-align: justify;">Eu assisti a um filme onde o personagem tinha que desvendar um enigma para achar um tesouro e ele se deparou com um abismo escuro e profundo entre duas montanhas, e no enigma dizia que ele tinha que agir com fé. O personagem não viu nada por perto que desse para ele improvisar uma ponte ou mesmo uma corda para ele tentar passar para o outro lado, então ele resolveu seguir o que o enigma dizia e deu um passo em direção ao abismo só que ao invés dele cair ele pisou em algo sólido, ele pode então perceber que havia uma rocha que formava uma ponte entre as duas montanhas, mas a rocha era tão polida e da cor do abismo que olhado de cima não dava para ver, então ele pegou um punhado de terra e jogou para frente e pode ver a rocha. Apesar de ser ficção, este é um bom exemplo para no mostrar o que é fé e como DEUS que é a rocha eterna, está sempre nos sustentando. Como tem sido sua confiança em DEUS. Você confia com um pé atrás? Você tem descansado no Senhor ou tem ficado preocupado com o dia de amanhã? O capitalismo que teve suas origens no meio dos protestantes na Inglaterra tem sido uma arma de satanás para que deixemos de confiar em DEUS para confiarmos na tal chamada “estabilidade financeira” e para alcançarmos esta estabilidade, normalmente DEUS é colocado em segundo plano. Até quando nos dedicamos a orar a DEUS pedindo prosperidade, nos esquecemos que melhor do que receber as bênçãos de DEUS e confiar nestas bênçãos é conhecer o DEUS das bênçãos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para concluir gostaria de recapitular com você o porquê que Abraão colocava DEUS em primeiro lugar:</p>
<p style="text-align: justify;">1. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão obedecia a DEUS.</p>
<p style="text-align: justify;">2. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão amava a DEUS.</p>
<p style="text-align: justify;">3. – Abraão colocava DEUS em primeiro lugar porque Abraão confiava em DEUS.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas você pode perguntar para que DEUS fez tudo isto com Abraão se DEUS é sabedor de todas as coisas e já conhecia o coração de Abraão? O versículo dose diz o seguinte: “Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho.” Esse “agora sei” no hebraico tem o sentido de saber por experiência, DEUS quer saber por experiência qual é o lugar que Ele ocupa em sua vida. Feche os seus olhos e curve a sua cabeça. Peça a DEUS que lhe mostre o que tem impedido você de colocar DEUS em primeiro lugar em sua vida. Eu quero desafiar você agora a sacrificar simbolicamente tudo aquilo que tem ocupado o lugar que é de DEUS. Seu marido, sua esposa, seus filhos, sua carreira, seu negócio, seus estudos, o dinheiro, a televisão, a namorada ou o namorado. Eu quero que você venha aqui na frente e traga no seu coração tudo que tem te atrapalhado de ter uma vida totalmente na presença de DEUS. Eu não quero saber o que é nem o Pastor Reinaldo. Mas você precisa identificar o que é e dar a DEUS o primeiro lugar em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Dando mais valor ao organismo que às organizações</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 17:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Dando mais valor ao organismo que às organizações&#8221;, esta frase foi dita pelo Husdon da <a href="http://www.brasildejoelhos.com.br" target="_blank">Rede Brasileira de Intercessão Oração e Jejum</a> na Assembléia Solene que aconteceu na Prainha em Vila Velha dia 19 de setembro. Ela me fez refletir sobre como nos afastamos daquilo que o nosso senhor Jesus Cristo chamou de Igreja. Ontem eu recebi um torpedo de um irmão dizendo que ele não iria à igreja&#8230; fiquei pensando: Nem eu. A igreja não é um local, não é uma organização, ela é um organismo: O Corpo de Cristo. Foi sobre isto que ministrei ontem em nossa reunião. Concluímos que nem podemos chamar aquele prédio onde reunimos de &#8220;Templo&#8221; pois o templo somos nós. Quando cheguei em casa, pensei em escrever algo sobre o assunto aqui, mas meu amigo Nelson me enviou um vídeo que resume tudo o que eu poderia tentar escrever. Veja e comente:</p>
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